Um Review Choroski Modelbud – Nakajima A4N1 1/72 – Resina

Existe um ramo alternativo do plastimodelismo muito interessante que são os kits em resina, em geral eles retratam aeronaves raras que não foram ainda feitas por empresas que fazem modelos de plástico injetado. Uma das marcas mais famosas dos mercado é a Polonesa Choroski Modelbud, que está no ramo desde a década de 90 e tem o seu foco principalmente em modelos 1/72 de aeronaves da I guerra mundial e dos anos entre-guerras.

Ano passado importei direto do fabricante o kit do Nakajima A4N1 na escala 1/72. Esse caça é o equivalente japonês do Boeing F4B. A compra foi feita via paypal, preço em conta e frete barato. Chegou em pouco mais de 17 dias

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As instruções são pobrinhas, mas os decais me pareceram muito bons, no nível da Microscale, CAM os novos da FCM e outras marcas consagradas.

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Aproveitei no embalo e também comprei no ML uma cola de cianocrilato Tek Bond com ultraviscosidade e longo tempo de secagem, para um modelo desses é necessário…

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Uma rápida análise das peças revela delicadas peças de resina polyuretano, com excelentes castings, sem rebarbas e com um bom nível de detalhes, peças críticas como a fuselagem tem pernos de centragem, gostei muito da apresentação geral e espero em breve poder botar as mãos nessa raridade e apresentá-la aqui no blog finalizada.

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Para quem quiser dar uma olhada ou encomendar alguma coisa recomendo a e-shop do fabricante Choroski Modelbud.

E a volta ao plasti… Curtiss P-40E na escala 1/72. (Parte 1)

Bem meus amigos…

Um projetinho que está se arrastando, mas acredito que finalizarei em breve (ainda esse mês), é o Curtiss P-40 da Academy Minicraft, é um kit muito bom, mas que tem os seus problemas de ajuste.  Principalmente entre a fuselagem e as asas, destaque para o cockpit e para as linhas de painel muito boas. Os decais da Academy de uma maneira geral são péssimos, nem com saravá e macumba grossa  eles assentam (mesmo usando micro sol e micro set e future). Este modelo é a minha volta ao plastimodelismo depois de alguns anos fazendo papel-modelismo. Hobby que ainda pratico e praticarei, no entanto o plastimodelismo é sempre uma volta  a infância e a adolescência (assim como o papelmodelismo) a diferença entre uma e outra é que no plastimodelismo eu vejo o meu pai fazendo os seus navios.

A montagem detalhada dessa aventura está no fórum do Clube do Canhão

O modelo está montado praticamente OOB (Out of the Box – Direto da Caixa), sem o uso de aftermarkets, com exceção de alguns detalhes, como os canos das metralhadoras feitos de agulhas hipodermicas e pequenos detalhes no cockpit que foram feitos em scratch, usando plastico estireno esticado à chama de vela.

Como falei nem tudo foram flores, olha o degrau velho que a lixa teve que comer.

Este modelo foi todo pintado com tintas “alternativas” de modelismo, ou seja com as famosas tintas acrilicas de baixo custo nacionais como a Daiara, Acrilex e Corfix, para obter as cores corretas para manter o “rigor” histórico, utilizo o software Alquimia das Cores para obter as porcentagens corretas de mistura.

Além de manter as proporções ele também é um organizador de tintas, operando com várias tintas nacionais e de modelismo importada, uma ferramenta simples mas muito útil e que gera uma enorme economia de tinta, seja na manipulação, seja na aquisição.

Um ponto muito fraco desse modelo são os decais, grossos e quebradiços, mesmo com micro-sol e micro-set e Future passei um bocado de trabalho para os colocar a contento, principalmente a bocarra do nariz que teve que ser retocada com tinta em vários pontos e a dificuldade nesse caso é achar o tom correto da tinta para que não dê erro com o decal.

Preparei então as superfícies para aplicar um wash com tinta óleo Acrilex e Decorfix que foram utilizadas para simular as intempéries das Ilhas Aleutas, posteriormente, apliquei uma capa de poeira com giz pastel, selando tudo com um verniz fosco Decorfix aerografado.

Após a sujadinha básica, sem muito exagero, uma nova capa de verniz e fomos para o chipping com alumínio…

O chipping foi feito com a técnica do pincel seco, depois de tudo pronto uma nova capa de verniz.

Na segunda parte o desenvolvimento final dessa montagem…

Primeiro Modelo de Plástico, mostrado no Blog – Hawker Fury Mk II – Real Força Aérea da Iugoslávia – 1941

Bem gente, apresento a minha primeira reportagem em torno de um dos meus modelos antigos, ainda pintado à pincel, mas que considero um dos meus melhores trabalhos desse tempo, falo do Hawker Fury da Real Força Aérea da Iugoslávia. O modelo da Matchbox, apesar de antigo (1972) é uma bela réplica, uma hora faço outro Yugo pintado a aerógrafo.

A matéria pode ser visualizada   no menu correspondente na área Série Maquinas Hisória Modelos (Plastimodelismo). Boa leitura!