Retrospectiva Modelista de 2013

Olá amigos!

Como de praxe no último dia do ano eu publico a retrospectiva modelista. 2013 foi um ano bom para o papel modelismo, espero que vocês se divirtam acompanhando a epopéia

OLYMPUS DIGITAL CAMERA IMG_1182 IMG_0183_zps7081f925 IMG_0008_zps8df7f8a7O link para visualizar a retrospectiva é esse aqui: Retrospectiva Modelista

 

Um feliz 2014!

Mitsubishi Ki-30 “Ann” na escala 1/100

Mais um japinha para a coleção:

Mais um avião japonês de 1930 para a minha coleção, graças ao amigo Aaron Murphy e a Oddball Productions. Dessa vez a aeronave em questão é o bombardeiro ligeiro tático Mitsubishi Ki-30 “Ann”. Entre os anos de 1920 e 1930, o Japão era uma das grandes potências militares do planeta, estava entre a terceira e quarta colcação em termos de força militar. No entanto o progresso técnico japonês era sempre mal visto tido como cópias de baixa qualidade do equipamento das nações do ocidente, ou então era simplesmente ignorado, o que gerou desagradáveis surpresas para ingleses e americanos ao estalar a guerra do Pacífico a partir de 1941. O Ki-30 “Nagoya” é bom exemplo de aeronave moderna de ataque que o Exército Imperial Japonês tinha disponível na segunda metade da década de 1930, apelidado pelos pilotos do AVG como “Nagoya” e posteriormente pelos aliados de “Ann” (as designações dos aviões japoneses em tempo de guerra, eram complicadas ou desconhecidas, o que acabou gerando a situação de se criar um codificação para a identificação entre os aliados, bombardeiros tinham nomes femininos e caças masculinos), foi o primeiro avião japonês moderno de fato com motor radial de dupla estrela, hélice de passo variável, bomb bay interno e rádio. Muito provavelmente o Ann foi inspirado no Northrop Gamma 2E, um monoplano de ataque de fabricação norte-americana em uso pela força aérea dos chineses nacionalistas. Em termos de tamanho o Ki-30 era muito similar ao Fairey Battle britânico, porém como esse tornou-se rapidamente obsoleto durante a II guerra mundial, sendo relegado a treinamento e posteriormente a ataques Kamikazes…

Aspectos da montagem…

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Modelo finalizado.

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Com o caça Kawazaki Ki-10 na mesma escala…

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Updates: Supermarine S6B na escala 1/100

Entre a montagem dos meus PBM’s, terminei esse clássico da aviação: O Supermarine S6B, hidroavião de corrida com a qual a RAF venceu a última competição do Troféu Schneider em 1931, uma corrida de velocidade para hidro-aviões realizada em um circuito fechado triangular de 250 e depois de 1922 350 km. Esta corrida foi popular no periodo entre-guerras e era realizada em Mônaco e nos EUA, começou em 1913 parou por causa da grande guerra de 1914, e voltou logo após o conflito com a alternância de vencedores entre americanos, italianos e ingleses. A Supermarine após vencer a corrida três vezes seguidas a partir de 1929 garantiu a posse do troféu definitivamente para os ingleses.

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Isso deveu-se graças aos refinados e pequenos hidroaviões S5 e S6, desenhados por Reginald Mitchell, o pai do Spitfire, famoso caça inglês da II guerra mundial e por Sir Henry Royce, com o seu incrível motor R.

Existe uma crença generalizada que Mitchell baseou o desenho do Spitfire em cima do S6B, isso não é verdade, Mitchell por causa dos tentos na Copa Schneider e por seu prestigio na construção de hidro-aviões e aerobotes, viajou a alemanha em 1936 à convite de Goering e Ernest Udet para conhecer a industria alemã de aviação, sendo ele um projetista de renome no cenário da aviação mundial da época. Vendo bem claramente o que era o Nazismo e com a saúde já abalada pela tuberculose, assim que voltou para a Inglaterra, pôs se a projetar o Spitfire, ele particularmente tinha ficado impressionado com dois modelos comerciais alemães que estavam em testes o Focke Wulf Fw-200 Condor e o Dornier Do-19, ele viu claramente protótipos de bombardeiros estratégicos nestes aviões de carreira, que eventualmente iriam atacar a sua pátria. Assim doente e impressionado, sem inicialmente, uma especificação oficial do Ministério do Ar inglês ele criou um dos caças míticos de todos os tempos O Supermarine Spitifire. E o S6B? Bem o motor Rolls Royce “R” em V de 12 cilindros com turbo-compressor que gerou o recorde mundial de velocidade de 407.5 m.p.h, especialmente feito para a corrida de 1929 é que dá origem ao famoso motor Merlin da Rolls Royce, a alma do Spitfire e de mais duas lendas da aviação: O NAA P-51 e o Hawker Hurricane. Viram quanta história um modelinho pode contar? Hoje tanto o troféu Schneider, quanto o S6B e o Motor R são peças permanentes em exposição no RAF Museum em Hendon.

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