Tupolev TB-3 Zveno Aviamatka (Parte 3 – Polikarpov I-5, Stand e Conclusão)

Com algum atraso, vamos finalizando a ultima parte do Zvesno, o caça Polikarpov I-5 que vai em cima das asas.

Cortei todas as peças que compõem os dois caças…

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Posteriormente após tratar todas as quinas com tinta branca iniciei o conjunto de várias submontagens.

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Com tudo seco e armazenado esperando a vez, iniciamos a montagem do modelo propriamente dito, começando pelo motor e cownlings.

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Asas superiores.

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Montantes.

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Cauda.

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Fuselagens…

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Asas inferiores…

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Modelos guardados aguardando secagem de componentes. Acho que até domingo atualizo. Talvez já com o final dessa empreitada.

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Até lá.

Bem meus amigos vamos nos encaminhar a conclusão dessa montagem…

Finalizei a construção dos dois caças Polikarpov I-5 que vão na parte de cima das asas…

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Os trens de pouso foram instalados, checando minhas referencias, no caso o In Action da Squadron, Polikarpov Fighters Vol 1…

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A parte inicial do rigging foi feita assim como as rodas e bequilhas foram instaladas…

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Instalação das asas e dos cabos de vôo…

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I-5 finalizado…

Bueno agora vamos prender os indios na parte de cima da asa…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

Estas estruturas em forma de piramide prendiam os eixos do trem de pouso do I-5 junto a elas tinham gruas e alavancas de pequeno formato que liberavam o avião a partir do controle do piloto. A reatracagem era pirada pois o avião “pousava” na asa até atingir com eixo essas estruturas novamente…

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Literalmente pronto… Falta pouco…

O modelo para ficar com uma posição interessante para valorizar os I-16 e o I-z que se localiza na barriga precisava de um pedestal, o designer fez um aliás uma peça bem interessante que parece de verdade com um monumento soviético real, para garantir rigidez eu imprimi essa parte em papel 180g…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

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Uma nova capa de verniz aerografada para proteger todo mundo e…E aqui amigos apresento em dois post os modelo finalizado… :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:Zoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

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Diário de Montagem Tupolev TB-3 Zveno Aviamatka (Parte 2 I-Z e I-16’s)

Iniciei o Grigorovich I-Z, o caça que vai na barriga do TB-3, comecei pelo cownling e pelo motor.

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Acredito que até o começo da semana que vem eu tenho ele pronto e ancorado no TB-3, vamos ver…

Bem amigos dando continuidade aos adereços do nosso TB-3, demos andamento no Grigorovich I-Z.O Grigorovich I-Z, considerado um avião canhão, foi desenvolvido a partir de uma fuselagem de um caça biplano Polikarpov I-5 e seu motor. O I-Z era um monoplano braçeado que tinha dois canhões sem recuo Kurchevski DRP (APK) de 75mm, dimensionados para atingir (e abater) um bombardeiro inimigo com apenas um disparo. Ideias malucas soviéticas! O I-Z foi usado no experimento Zveno Aviamatka, e é exatamente o que esse modelo representa, uma das aeronaves dessa configuração.

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Depois de feito o motor, partimos para a fuselagem do nosso amigo, bastante simples por sinal de ser montada…

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Começamos montando as duas primeira partes do centro e a raiz da asa.

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Um artifício comum para manter a corda da asa na colagem é inserir palinetes metálicos de manicure e palitos de dentes, a colagem fica impecável.

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Colamos o firewall do motor e a parte de trás da fuselagem onde se encaixa a cauda…

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Começei então a preparar os segmentos da asa, ela é toda partida em função da corda assimétrica por conta do arranjo dos canhões nas asas.

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Notem a corda assimétrica a qual eu estava falando antes…

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Um visual de baixo

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Até aqui a pior parte da montagem ao meu ver está conclusa… Continua no próximo post :arrow:

Retornamos a carga montando a cauda do nosso amigo que curiosamente a empenagem horizontal é quase em “T”…

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Colei os tirantes de braceamento dos estabilizadores nos seus devidos lugares, são peças pequenas feitas de papel enrolado…

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Preparei a mira, para-brisa e santo antônio do nosso amigo…

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Uma geral de como está ficando…

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Com o conjunto bem seco preparamos o trem de pouso com suas pernas e o montantes de braçeamento das asas…

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Peças alinhadas e secando…

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Montantes instalados…

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Rodas e bequilhas…

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Cownling instalado…

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Hélice instalada.

Finalizado…

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Será que está mesmo fnalizado? Falta alguma coisa não acham? Aqui está o equipamento de acoplamento, desacoplamento do aviamatka…

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Na próxima atualização, a acoplagem na barriga do TB-3…

Lá vamos nós com a grua de encaixe e desencaixe do I-Z.

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Começamos colando as faces e depois de bem seco (24H) vazamos a peça…

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A grua de ancoragem pronta…

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A grua sendo colada na barriga do TB-3 na posição que escolhi, para liberação do I-Z…

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Pendurado na mamãe :lol:

Bem o próximo passo agora é montar os caças I-16 que vão encaixados na parte de baixo das asas… Até lá… :mrgreen: :twisted:

Bem amigos, após uma pequena pausa, estamos de volta com a montagem dos outros penduricários do Zveno, dessa vez são os caças Polikarpov I-16.

Nos experimentos Zveno o I-16 foi muito usado, introduzido a partir de 1935, ele tinha vantagem de ter o trem de pouso escamoteável, o que diminuia consideravelmente o arrasto e facilitava os engates, de fato a configuração Zveno 5 com dois I-16 embaixo da asa do TB-3 no fim foi considerada a ideal e utilizada no composite SPB que já falamos lá atrás…

Cortei todas as peças dos dois aviões, aqui considero a montagem rapida, já que não tem motor e nem trem de pouso, a espectativa é que os dois I-16 estejam pregados no TB-3 na segunda-feira.

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Depois separei as peças que compõem a fuselagem., pintei as quinas…

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Comecei a montagem pelo centro da fuselagem para acomodar a raiz da asa, vamos ver o que sai…

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Bem amigos apesar do pequeno sumiço continuei trabalhando nos Polikarpov I-16 Type 5 e finalmente os colei embaixo das asas do TB-3. Vamos resumir a montagem.

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Colei a raiz das asas e coloquei as tradicionais escoras.

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Depois de tudo bem seco iniciei a montagem dos outros componentes da fuselagem.

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Fuselagens completas…

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Montagem das asas, importante manter o diedro que é bem característico do I-16…

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Colei as raízes das asas, com cuidado e pouca cola.

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Leme vertical.

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Carenagens dorsais e cockpit.

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Estabilizadores…

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Raízes dos estabilizadores.

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No embalo fiz os spinners e as paz das hélices…

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Os bichinhos quase prontos…

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Finalizados…

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Finalmente tratei de preparar as gruas que seguram os I-16 nas asas do TB-3, elas foram coladas com CA para produzir um reforço para montagem.

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Tem que tomar cuidado com o posicionamento das gruas, eu colei com cuidado e espaçadamente os I-16 nos seus lugares…

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Etapa finalizada…

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Bem amigos está quase, agora é fazer os penduricários da parte de cima, no caso os Polikarpov I-5, até lá…

Diário de Montagem Tupolev TB-3 Zveno Aviamatka (Parte 1 TB-3)

Bem amigos vamos agora publicar o diário dessa montagem que consumiu dois meses de trabalho intenso direto. Lembrando que ela também está publicado em português no fórum do Clube do Canhão e no Plastibrasil.org e em inglês no papermodelers.com. O modelo está a venda na Murph’s Models e eu realizei toda montagem beta.

Começando o projeto:

Para fazer o Zveno Aviamatka necessitamos além do TB-3, dois Polikarpovs I-5, um Grigorovich I-Z e dois Polikarpov I-16 Type 5, cabe ressaltar que estou testando esse papermodel para o designer original, ele ainda não está a venda no mercado. A escala é a famosa WSAM (que equivale a 1/60), mas eu reduzi para a nossa camarada 1/100.

Os modelos não tem cockpit detalhado, a não ser o TB-3, mas apresentam motores radiais muito bons e texturas bem legais, acho que teremos condições de mostrar um bom projeto para os amigos.

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As peças do TB-3, notem que a fuselagem é dividida em quatro grandes seções, por ter o formato de caixa não prevejo grandes dificuldades na montagem. Acredito que a proa seja a parte mais dificil nessa etapa…

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Aqui o I-16 Type 5, o modelo mais fácil dessa empreitada, por que não tem motor e nem trem de pouso, dois foram impressos…

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Aqui o Polikarpov I-5, o I-5 foi um caça muito semelhante ao Boeing P-12E, que foi usado pela VVS na primeira metade dos anos 30, de fato ao irromper a Grande Guerra Patriótica, várias centenas ou estavam servindo a aeroclubes ou em unidades de segunda linha da Aviação de Frente. O modelo é bem típico da Murph’s Models (Antiga Oddball Design), a maior dificuldade prevista é no alinhamento da asa superior e nos cabos, este modelo teve que ser impresso duas vezes.

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Finalmente o Grigorovich I-Z, este caça também chamado de IP-1 P de Pancernik (Canhão) é um dos tipos mais desconhecidos em operação na União Soviética nos anos de 1930, era destinado a atacar bombardeiros inimigos ou atuar na função anticarro, pois tinha um canhão de 37 mm disparando através do eixo da hélice, para atuar nos Zveno, os IP-1 tiveram seus canhões removidos transformando na variante I-Z de assalto (capaz de carregar bombas pesadas nas suas asas). Por ser um monoplano, não estou prevendo grandes dificuldades na montagem deste.

Devagarito no más vamos começando a montagem desse leviantan. Quando estou com gás num projeto em geral começo por partes tediosas e repetitivas, comecei por parte do trem de pouso, pelo sistema de rodas duplas…

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Até aqui nada demais, o único detalhe foi pintar a parte de trás do sistema de eixos.

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As rodas com suas quinas pintadas de cinza cortadas e preparadas para a montagem.

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A montagem sendo preparada…

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Vamos a mais uma atualização de sábado e domingo…

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Começamos preparando o cockpit do TB-3, inicialmente pelo habitáculo e pelos assoalhos dos pilotos…

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Depois fui para os assentos e os comandos de controle são peças diminutas na 1/100, acabei esquecendo de fotografar os comandos mas são peças simples…

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Cockpit finalizado…

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Aproveitei no embalo e fiz o former interno da asa, são um conjunto de peças simples na forma de “caixas”…

A montagem começou por parte da fuselagem, com especial atenção aos postos de defesa do meio da aeronave…

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Nesta sequencia de fotos temos os detalhes da construção da metade para trás da fuselagem, notem, que a parte dos postos de metralhadoras tem um vazamento negativo em relação ao dorso, deu um certo trabalho executar isso, o segredo foi colar parte por parte. Para eliminar o branco do papel por que o posto é visível, pintei com “black green” da corfix a parte interna, deu para dar uma quebrada penso eu.

Bem amigos mais um conjunto de updates,dessa vez em cima da segunda metade da fuselagem…

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Comecei colando a parte de cima da fuselagem, aba por aba.

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Colagem do nariz com a sua forma característica de barco…

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Montagem do degrau do nariz.

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Inicio da colagem da lateral, notem os reforços perto do buraco do cockpit (que ainda vai ser aberto) são nas partes curvas que podem romper quando abrirmos esse espaço.

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Peça preparada para receber o cockpit…

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Cockpit instalado, se conseguimos sucesso na construção das partes curvas da fuselagem ele encaixa muito bem…

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Colando o intra dorso da fuselagem…

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Colei o vidro do bombardeador, pétala por pétala…

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Close no cockpit…

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Fiz então a cauda…

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Juntei as duas metades da fuselagem e montei a cauda, ainda restam uns pequenos detalhes que precisam ser pintados. Mas uma parte importante do modelo do TB-3 está feito.

Eu também acho, mas se fizer não termino mais esse projeto kkkkk.

Bem amigos após um pequeno hiato vamos começar a preparar a montagem das asas.

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Antes eu construi às hélices. Tenho esse costume, entre uma montagem e outra, de fazer partes repetitivas.

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A sequencia de preparação das peças das asas, elas precisam secar bem por que foram separadas nas faces, isso para quando forem formadas não houverem descolamentos nos bordos de ataque, em geral 24 horas.

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Abertura dos buracos que acomodam os reforços internos das asas e dos estabilizadores.

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Primeira parte do braço interno e o conjunto dos estabilizadores.

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Montagem dos estabilizadores…

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Peças coladas.

Bom amigos! Voltando a nossa montagem, tempo de atualizar com a construção das asas, que são obtidas com vários segmentos uma parte perigosa da montagem, pois se elas empenarem, adeus trabalho…

Antes instalei o resto da verga volumétrica…

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Início da montagem das asas pela raiz, começa-se colando por baixo…

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Segmentos exteriores, sempre verificando alinhamento…

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Pontas coladas e objetivo cumprido. Como a colagem é demorada, o trabalho adentrou-se por dias…

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Hoje domingo de carnaval, o desfile será na bancada fazendo as naceles dos motores.

Bem amigos vamos atualizando a nossa montagem do TB-3.Após o desafio da montagem das asas vamos para as naceles, um trabalho chatinho pois é bastante repetitivo… As naceles tem um formato ovaloide o que dá um certo trabalho para formar, a abertura das mesmas para adaptar ao bordo de fuga necessitou de pequenos ajustes, mas nada impossível de ser realizado.

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ImagemZoom in (real dimensions: 1024 x 768)ImagemAs duas primeiras partes eram coladas na asa e depois de bem secas, partimos então para a construção da segunda parte, com o seu formato peculiar…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

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Com todas as naceles feitas, partimos para a montagem dos escapamentos que são “meio tubos”, que precisam ser conformados as naceles…

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Com mais uma etapa feita, vamos agora para o trem de pouso.

Montagem do trem de pouso, um conjunto simples, apesar do formato complexo do original…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

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Iniciei a montagem pela perna principal, e depois foi colando os outros segmentos com super bonder em gel, por dentro dos tubos foi vertido um pouco de bonder também para dar uma certa rigidez ao conjunto.

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Muita gente me pergunta, mas bah como voce consegue fazer uns tubos tão retinhos? O segredo esta aí, tenho uma profusão de agulhas de costura de todas as bitolas que são utilizadas para conformar os tubos e também para fazer a colagem. ;)

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Já com as patas no lugar :mrgreen:

Continuando com os nossos updates:Foi o tempo de realizar pequenos detalhes como os postos de defasa do TB-3, começamos pelos scarf riggings…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

Como as metralhadoras oferecidas no modelo ficam muito difíceis de serem montadas, acabei utilizando-me de papel cartão vivaldi na cor preta para as fazer de uma unica peça cortada, com exceção dos tambores de munição, que foram fabricados com um vazador cirurgico, as manoplas das metralhadoras foram pintadas com tinta marron claro também…

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Além das metralhadoras outro detalhe custom no modelo que dá para ver na foto acima são as antenas de rádio com os seus respectivos cabos, que são feitos de aço monofilamento. Falando nisso outro detalhe interessante do TB-3 é que conjunto de cauda é todo braçeado por cabos de vôo, que também foram simulados aqui…

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Um close geral das adições…

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E dou a primeira parte do Zveno finalizada, no próximo post mais fotos do TB-3 finalizado. :mrgreen:

Uma capa de verniz e ave mãe está pronta para receber os parasitas…Zoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)ImagemZoom in (real dimensions: 800 x 600)Imagem

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 Eu não consigo resistir a fazer algumas comparações de tamanho com outros aviões da minha coleção na mesma escala…

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Com o Martin B-10 (Martin 139WAN), notem que são da mesma época, e o B-10 era até o surgimento do B-17 o bombardeiro mais poderoso em serviço do USAAC, os EUA tiveram outro grande bombardeiro pesado o Curtiss Condor, que era um biplano anos luz atrás do TB-3

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Com o MiG-3, aqui dá para ver o tamanho da trozoba…

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Com o Caproni Ca 3, notem que o Ca 3 foi um dos melhores bombardeiros da I Guerra Mundial, apenas dez anos separam a concepção desses dois projetos…

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Com o North American B-45 Tornado…

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Uma comparação com o Mitsubishi B2M1 Type 89, são da mesma época, os japoneses não tinham uma aviação estratégica, a coisa mais parecida (e pequena que eles tinham como bombardeiros na primeira metade dos anos 30 eram os bombardeiros médios Mitsubishi Ki-1 e Ki-2 “Luise” bimotores, praticamente do tamanho do B-10, já mostrado aqui.

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Aqui eu acho que dá para ter uma idéia do gigantismo do TB-3, junto com o KC-97G, não esqueçamos que esse avião é um derivado do Boeing B-29, a envergadura de asa é praticamente a mesma.

A primeira parte do projeto está pronta. Esse fim de semana começo os caças parasitas, vou começar pelos inferiores, possivelmente pelo Grigorovich I-Z.

Zveno Aviamatka o Avião!

Bem meus amigos!

Nestes dois ultimos meses (sem considerar janeiro em que trabalhei em dos protótipos do TB-3 para o Aaron) trabalhei no famoso avião composite soviético Zveno, esse primeiro post vamos falar um pouco sobre a história desse incrível projeto da década de 1930 realizado na União Soviética…

Em 1925, a Força Aérea Soviética solicitou TsAGI o desenho de um bombardeiro pesado com potência de motor de 2.000 HP e trem de pouso com rodas ou flutuadores. Após diversos estudos esse departamento solicitou ao Tupolev OKB um projeto começando o trabalho de design em 1926 com os requisitos operacionais do governo finalizados em 1929 . O Tupolev TB-1 foi tomado como base para o desenho e a aeronave foi inicialmente alimentada por motores Curtiss V-1570 Conqueror gerando 600 HP cada um, com a intenção de a mudança para Mikulin M-17 (motor BMW VI modificado) na produção. O projeto foi aprovado em 21 de março de 1930 e o primeiro protótipo foi concluído em 31 de outubro de 1930. O avião voou em 22 de dezembro 1930, com Mikhail Gromov nos controles e com trem de pouso de skis. Em 20 de fevereiro de 1931, a Força Aérea Soviética aprovou a produção em massa de ANT-6 com motores M-17. O protótipo foi reequipado com motores BMW Viz 500 s de 730 HP cada, radiadores maiores, e hélices de madeira de passo fixo de projeto do TsAGI. O trem de pouco com apenas um pneu foi considerado fraco, sendo substituido por um com um par de pneus em cada lado.

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Caracteristicas.

A TB-3 era um avião todo em metal de construção em aço. O airframe era composto de vigas de seção tipo V cobertas com revestimento metálico ondulado não estressado variando 0,3-0,8 mm de espessura. As ondulações tinham 13 mm de profundidade e 50 milímetros de distância. A asa cantiléver apoiada por quatro seções em forma de tubo. Qualquer parte da aeronave poderia ser pisada com sapatos macios, sem danificar o revestimento, e os bordos de ataque das asas desciam para formar passarelas para manutenção do motor. Os controles eram do tipo antigo com cabos atuadores com uma incidência variável no leme horizontal e um sistema de compensação de emergência em caso de falhas de motor em um lado. O trem de pouso não era equipado com freios. Os tanques de combustível não tem vazamento de proteção, embora os motores tinha um sistema de extinção de incêndios interno. Os motores M-17 foram ajustados para fornecer uma gama máxima teórica de 3.250 km (1.750 milhas náuticas; 2.020 km), Armamento defensivo consistia de 6 metralhadoras PV-1 em três torres – uma no nariz e dois pares em cima do meio da fuselagem. Mais tarde mudou-se variantes de uma das torres da fuselagem superior para a ré da barbatana caudal.

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Vida Operacional.

A TB-3 foi utilizado operacionalmente durante a Batalha de Khalkhin Gol e na Guerra de Inverno com a Finlândia. Apesar de ter sido oficialmente retirado de serviço em 1939, no início da Grande Guerra Patriótica, em 22 de junho de 1941, a Força Aérea Soviética teve 516 TB-3s operacionais, com um adicional de 25 operados pela Marinha soviética. Estacionados longe fronteira ocidental da URSS, os TB-3 escaparam de perdas catastróficas durante os primeiros ataques aéreos alemães, após a qual TB-3 do terceiro TBAP (Regimento de Bombardeiro Pesado) começou a voar missões noturnas, em 23 de junho. Escassez de aviões de combate prontos também exigiu a utilização diurna de TB-3 sem escolta de caças e neste papel os bombardeiros, operando a altitudes baixas e médias, sofreu pesadas perdas para combatentes inimigos e fogo anti-aéreo. Em agosto de 1941, os TB-3s compunham cerca de 25% da força de bombardeiros soviéticos e, operado pela elite tripulações da Força Aérea, estavam voando até três missões de combate por noite. A aeronave participou de todas as grandes batalhas da guerra até 1943, incluindo o primeira batalha de Smolensk, a Batalha de Moscou, a Batalha de Stalingrado, o cerco de Leningrado, e a Batalha de Kursk. Em 1º de julho de 1945, a Força Aérea Soviética ainda tinha dez TB-3s no ativo. O TB-3 também serviu extensivamente como transporte de carga e de pára-quedistas, podendo transportar até 35 soldados nesta função. Nos primeiros cinco meses da guerra, a aeronave transportou 2.797 toneladas de carga e 2.300 passageiros/soldados. O TB-3 também foi utilizado em vários projetos especiais como uma nave-mãe com caças parasitas (Projeto Zveno) e para o transporte de tanques leves T-27, T-37 e T-38. Em 1 de Agosto de 1941, um par de TB-3s em na configuração Zveno-SPB, cada um com dois Polikarpov I-16 que levavam um par de bombas de 250 kg, destruiu um depósito de petróleo sem perdas na Romênia. Em 11 de agosto e 13 de Agosto de 1941, Zveno-SPB danificou com sucesso a Ponte Rei Carol I sobre o Danúbio na Romênia. As operações Zveno terminaram no outono de 1942, devido à alta vulnerabilidade das nave-mães. Em reconhecimento do papel TB-3 desempenhou durante a guerra, três aeronaves foram incluídas no primeiro desfile de ar do pós-guerra em 18 de Junho de 1945, e uma delas faz parte do acervo do Museu Central da Força Aérea Russa em Monino, sendo o ultimo exemplar remanescente em todo o Mundo deste que foi o mais avançado bombardeiro militar de sua época, sem equivalentes em outras nações até 1937.

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O Projeto Zveno

Zveno (em russo: Звено, elo da cadeia ou uma unidade militar de vôo) era um conceito de aeronaves parasita desenvolvida na União Soviética durante a década de 1930. Ela consistia de um TB-1 Tupolev ou um Tupolev TB-3 bombardeiros pesados atuando como uma nave-mãe transportando de dois a cinco caças. Dependendo da variante Zveno, os caças ou eram lançados da nave-mãe ou encaixados em vôo, e eles poderiam reabastecer-se do bombardeiro. A versão definitiva e operacional foi a Zveno-SPB usando um TB-3 e dois Polikarpov I-16, cada um armado com duas bombas de 250 kg (550 libras), foi usado operacionalmente com bons resultados contra alvos estratégicos na Roménia durante as primeiras etapas da guerra no fronte oriental. O mesmo esquadrão depois também realizou um ataque tático contra uma ponte sobre o rio Dneiper que tinha sido capturado por forças alemãs de vanguarda.

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Em junho de 1931, Vladimir Sergeyevich Vakhmistrov da NII VVS ( Nauchno- Issledovatel’skiy Institut Voyenno – Vozdushnykh Sil – Instituto de Testes Científicos da Força Aérea ) começou a trabalhar em combinações de caças rigidamente fixadas a aeronaves de bombardeiro pesado . O sistema foi concebido para servir a vários propósitos :

Uso de caças fora de seu alcance convencional
Defesa de bombardeiros atuando com caças de escolta
Uso de caças para bombardeio de mergulho com bombas mais pesadas do que eles seriam capazes de decolar com a sua própria força motriz
Usando o impulso adicional da aeronave parasita para obter propulsão extra para o bombardeiro.

Em todas as configurações Zveno , todos os aviões eram pilotados e todos tinham seus motores funcionando – esperava-se que o impulso combinado seria maior do que compensar o peso e realmente melhorar o desempenho da nave-mãe em comparação com bombardeiros convencionais Os caças eram firmemente fixados através armações de metal em forma de pirâmide , com travas de pistão controladas pelos pilotos de caça (em Zveno -1, as travas dianteiras eram controladas pela tripulação do bombardeiro , enquanto a trava de retorno era controlado pelo piloto , acabou sendo modificado para controle de todo o sistema pelo piloto no próxima versão ) . O projeto original incluía linhas de combustível umbilical que permitia os caças a usarem o combustível do bombardeiro enquanto estivesse com o motor em funcionamento, embora este arranjo não foi totalmente implementado na prática.

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O primeiro vôo bem sucedido de Zveno -1 usando um Tupolev TB- 1 como nave-mãe e dois caças Tupolev I- 4 montados em cima das asas ocorreu em 3 de dezembro de 1931. Um erro na seqüência de abrir as travas pela tripulação do bombardeiro resultou em um dos caças separado prematuramente , mas o TB- 1 com um I-4 ligado a uma das asas permaneceu em vôo controlado , e o segundo caça logo ancorou novamente sem incidentes. Depois que o controle de trava foi totalmente movido para os caças , o procedimento normal de lançamento consistia os pilotos abrirem o bloqueio de cauda e , em seguida, puxando a alavanca de controle para abrir as travas da frente e separar-se do bombardeiro. Como previsto, o presença de caças ancorados teve um impacto mínimo no desempenho da nave-mãe , e Zveno -2: Tupolev TB- 3 carregando três caças Polikarpov I- 5 era tratado da mesma forma um bombardeiro comum. Para montar a aeronave sobre as asas , eles eram empurrados para cima com rampas especiais, mas o eixo da aeronave tinha de ser levantada na parte superior da fuselagem com a mão. Isso era tão complicado que a linha central do I-5 tornou-se um elemento permanente no topo do Zveno -2 TB -3 e nunca foi desconectado. Em um ponto, a linha central I-5 , ainda com um piloto no controles para operar o motor, tinha as asas e as superfícies de cauda retirada e foi usado apenas como quinto motor para a nave-mãe bombardeiro .

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O Zveno – 3, em que um TB- 3 tinha dois caças Grigorovich IZ sob as asas apresentou um desafio diferente – o IZ era um monoplano com trem de pouso fixo, que tocava o chão , enquanto ele ficava suspenso sob a nave-mãe . Para acomodar-se contra terrenos irregulares durante pousos , os caças foram ligados através de uma estrutura basculante, que permitia o movimento vertical em relação ao TB – 3 . No entanto, imediatamente após a decolagem os pilotos dos IZ tinham que empurrar para a frente as varas de controle para bloquear o quadro na posição inferior fixo – se o caça-bombardeiro não era rígido em vôo, o bombardeiro se tornava extremamente difícil de controlar. Durante um dos voos de teste , o piloto de um IZ Korotkov incorretamente ativou a manobra de bloqueio e a sustentação gerada por seu caça quebrou a estrutura de encaixe e colidiu-o para a parte inferior da asa da nave-mãe . O TB-3 efetou um pouso de emergência com ambos os caças ainda ligados , a velocidade de pouso lento do TB- 3 resultou em perda de sustentação para o IZ que caiu, matando Korotkov . Este foi o acidente mais grave da todo programa Zveno apesar da complexidade inerente de transportar até cinco aeronaves , realizando lançamentos em pleno ar e atracações , e danos aos motherships por hélices e trens de pouso dos lutadores . Os testes com diversas combinações de aviões determinou que as configurações montadas no topo apresentavam maior dificuldade de encaixe devido ao fluxo de ar turbulento saindo asas do Bombardeiro Mothership . O problema da ancoragem embaixo das asas foi resolvido com o surgimento do caça Polikarpov I-16 com trem de pouso retrátil . Isto permitiu o uso das mesmas estruturas de montagem rígidos como para uma aeronave montado no topo.

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A nave-mãe e seus caças foram oficialmente apelidado de Circo do Vakhmistrov ( Цирк Вахмистрова ).

Configurações:

Zveno-1
Tupolev TB-1 and two Tupolev I-4 on top of the wings. The normally sesquiplane I-4s had the bottom wings removed (with no ill effect on flight characteristics) due to clearance problems with TB-1 propellers.[3] First flight 3 December 1931. The TB-1 was piloted by A. I. Zalevskiy and A. R. Sharapov, the I-4s were piloted by V. P. Chkalov and A. F. Anisimov. Vakhmistrov himself flew in the front gunner’s turret.

Zveno-1a
TB-1 and two Polikarpov I-5 on of the wings, first flight September 1933. The TB-1 was piloted by Stefanovskiy, the I-5s were piloted by Kokkinaki and Grozd.

Zveno-2
Tupolev TB-3 and three I-5, the third aircraft was attached over the fuselage. First flight August 1934. The TB-3 was piloted by Zalevskiy, the I-5s were piloted by Altynov, Suprun, and Suzi.

Zveno-3
TB-3 and two Grigorovich I-Z under the wings.

Zveno-5
TB-3 and a single I-Z under the fuselage which attached and detached in the air as there was not enough ground clearance for the fighter. On 23 March 1935, TB-3 piloted by Stefanovskiy and I-Z with Stepanchenok at the controls performed the world’s first mid-air docking between two aircraft.

Zveno-6
TB-3 and two Polikarpov I-16 which were attached on the ground with the landing gear retracted. First flight August 1935, with the TB-3 piloted by Stefanovskiy, and the I-16s piloted by Budakov and Nikashin. I-16s could only detach, not re-attach, in flight

Zveno-7
TB-3 and two I-16s, all docked in the air. First flight November 1939, pilots Stefanovskiy, Nyukhtikov, and Suprun. Fighters could re-attach in flight due to two retractable trapezes, one under each wing. Docking, while possible, was deemed too difficult to be practical.

Aviamatka (Airborne mothership)
TB-3 with two I-16s under the wings, two I-5s on top of the wings, and one I-Z attached under the fuselage in mid-air. First flight 20 November 1935. The TB-3 was piloted by Zalevskiy, the fighters piloted by Stefanovskiy, Nikashin, Altynov, Suprun, and Stepanchenok. Vakhmistrov also worked on a larger Aviamatka with eight I-16s. In this scheme, the TB-3 would get airborne with two I-16s under the wings and the remaining six would attach in the air. Not all eight would attach at one time, but would rotate in and out during the flight, detaching and re-attaching as needed. These six aircraft could also refuel from the mothership. Although a few successful mid-air dockings and fuel transfers were performed in 1938 (Zveno 6 and 7), the eight-fighter configuration was never completed.

SPB (Sostavnoi Pikiruyuschiy Bombardirovschik – Combined Dive Bomber)
TB-3-4AM-34FRN and two I-16s under the wings, each armed with a pair of 250 kg (550 lb) FAB-250 bombs. Used operationally in World War II with good success.

Specifications (TB-3-4M-17F, 1934 model)
Tupolev TB-3

General characteristics

Crew: Four
Length: 24.4 m (80 ft 1 in)
Wingspan: 41.80 m (137 ft 2 in)
Height: 8.50 m (27 ft 11 in)
Wing area: 234.5 m2 (2,524 ft2)
Empty weight: 11,200 kg (24,690 lb)
Loaded weight: 17,200 kg (37,920 lb)
Max. takeoff weight: 19,300 kg (42,550 lb)
Powerplant: 4 × Mikulin M-17F V12 engine, 525 kW (705 hp)[11] each

Performance

Maximum speed: 212 km/h (114 knots, 129 mph) at 3,000 metres (9,800 ft)
Range: 2,000 km (1,080 NM, 1,240 mi)
Service ceiling: 4800 m (15,750 ft)
Rate of climb: 1.25 m/s (246 ft/min)
Wing loading: 73 kg/m² (15 lb/ft²)
Power/mass: 0.15 kW/kg (0.09 hp/lb)
Time to altitude: 5 min to 1,000 metres (3,300 ft), 29 min to 3,000 metres (9,800 ft)
Best turn time: 40 seconds
Takeoff roll: 300 metres (980 ft)
Landing roll: 330 metres (1,080 ft)

Armament

Guns: 5–8× 7.62 mm DA machine guns, 100 63-round magazines
Bombs: Up to 2,000 kilograms (4,400 lb) of bombs

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Fontes: Wikipedia

O Recesso Foi Longo…

O recesso de férias foi longo, mas estamos de volta com os trabalhos dos meses de verão, que curiosamente são em fato sobre o mesmo tema: O Tupolev Zveno, esse magnifico modelo que o meu amigo Aaron Murphy desenhou e que hoje está a venda na Murph’s Models após dois meses de exaustivos trabalhos neste assunto. Os próximos posts subsequentes são sobre este incrível avião único em diversos aspectos e sobre a nossa montagem na escala 1/100.

Tupoelv TB-3 Teste 1 para o Deleite de Vocês!

Bem amigos.

Uma das coisas mais legais que acho no papelmodelismo é a interação entre designers, editores, fabricantes e os modelistas. Como esse hobby tem a portabilidade do computador é comum a indústria, mandar modelos para os modelistas fazerem testes. Esse é o caso, pois trata-se de um beta 1 da Murph’s Models, que estará a venda em formato digital em breve. Este é um preview de um dos modelos que irei montar no GT bombardeiros do Plastibrasil.org, só que a segunda versão no GT será colorida e na minha escala de coleção 1/100, e ainda assim será um monstro. A montagem tem um acabamento razoável por que nesse teste era importante verificar o encaixe das peças e o alinhamento das linhas de painel.

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Como podem ver na WSAM (escala Fiddlers Green) é grande. :mrgreen: :pensando:

 

Alguns aspectos da montagem:

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Mais algumas fotos!

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Era isso. Até a próxima atualização!

Primeiro modelo finalizado em 2014! Renard R-31 Epervier na escala 1/100

Bem amigos!

Aqui está o meu primeiro modelo finalizado esse ano, o Renard R-31 Epervier, espero que apreciem, tanto quanto eu apreciei adicionar essa avis rara a minha coleção 1/100.

Renard R-31 Epervier

É uma aeronave interessante, produzida em pequena quantidade (um pouco mais de 30 unidades) para a Aeronautique Militaire nos anos de 1930. R-31 foi utilizado para reconhecimento, treinamento, cooperação com o exército e eventualmente como caça provisório. Estavam na ativa quando ocorreu a invasão da Bélgica pela Alemanha em 1940, em dois regimentos. O meu modelo representa o Renard R-31 Epervier Nº 33 do 9/V/1Aé baseado em Bierset em 1940. O modelo é do editor Scissors and Planes, bastante melhorado.

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Comparações de tamanho tradicionais ;)

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Comparando com o Fiat CR 42 na mesma escala (também da Força Aérea Belga)

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Até a próxima!

Retrospectiva Modelista de 2013

Olá amigos!

Como de praxe no último dia do ano eu publico a retrospectiva modelista. 2013 foi um ano bom para o papel modelismo, espero que vocês se divirtam acompanhando a epopéia

OLYMPUS DIGITAL CAMERA IMG_1182 IMG_0183_zps7081f925 IMG_0008_zps8df7f8a7O link para visualizar a retrospectiva é esse aqui: Retrospectiva Modelista

 

Um feliz 2014!

Mitsubishi Ki-30 “Ann” na escala 1/100

Mais um japinha para a coleção:

Mais um avião japonês de 1930 para a minha coleção, graças ao amigo Aaron Murphy e a Oddball Productions. Dessa vez a aeronave em questão é o bombardeiro ligeiro tático Mitsubishi Ki-30 “Ann”. Entre os anos de 1920 e 1930, o Japão era uma das grandes potências militares do planeta, estava entre a terceira e quarta colcação em termos de força militar. No entanto o progresso técnico japonês era sempre mal visto tido como cópias de baixa qualidade do equipamento das nações do ocidente, ou então era simplesmente ignorado, o que gerou desagradáveis surpresas para ingleses e americanos ao estalar a guerra do Pacífico a partir de 1941. O Ki-30 “Nagoya” é bom exemplo de aeronave moderna de ataque que o Exército Imperial Japonês tinha disponível na segunda metade da década de 1930, apelidado pelos pilotos do AVG como “Nagoya” e posteriormente pelos aliados de “Ann” (as designações dos aviões japoneses em tempo de guerra, eram complicadas ou desconhecidas, o que acabou gerando a situação de se criar um codificação para a identificação entre os aliados, bombardeiros tinham nomes femininos e caças masculinos), foi o primeiro avião japonês moderno de fato com motor radial de dupla estrela, hélice de passo variável, bomb bay interno e rádio. Muito provavelmente o Ann foi inspirado no Northrop Gamma 2E, um monoplano de ataque de fabricação norte-americana em uso pela força aérea dos chineses nacionalistas. Em termos de tamanho o Ki-30 era muito similar ao Fairey Battle britânico, porém como esse tornou-se rapidamente obsoleto durante a II guerra mundial, sendo relegado a treinamento e posteriormente a ataques Kamikazes…

Aspectos da montagem…

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Modelo finalizado.

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Com o caça Kawazaki Ki-10 na mesma escala…

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Updates: Supermarine S6B na escala 1/100

Entre a montagem dos meus PBM’s, terminei esse clássico da aviação: O Supermarine S6B, hidroavião de corrida com a qual a RAF venceu a última competição do Troféu Schneider em 1931, uma corrida de velocidade para hidro-aviões realizada em um circuito fechado triangular de 250 e depois de 1922 350 km. Esta corrida foi popular no periodo entre-guerras e era realizada em Mônaco e nos EUA, começou em 1913 parou por causa da grande guerra de 1914, e voltou logo após o conflito com a alternância de vencedores entre americanos, italianos e ingleses. A Supermarine após vencer a corrida três vezes seguidas a partir de 1929 garantiu a posse do troféu definitivamente para os ingleses.

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Isso deveu-se graças aos refinados e pequenos hidroaviões S5 e S6, desenhados por Reginald Mitchell, o pai do Spitfire, famoso caça inglês da II guerra mundial e por Sir Henry Royce, com o seu incrível motor R.

Existe uma crença generalizada que Mitchell baseou o desenho do Spitfire em cima do S6B, isso não é verdade, Mitchell por causa dos tentos na Copa Schneider e por seu prestigio na construção de hidro-aviões e aerobotes, viajou a alemanha em 1936 à convite de Goering e Ernest Udet para conhecer a industria alemã de aviação, sendo ele um projetista de renome no cenário da aviação mundial da época. Vendo bem claramente o que era o Nazismo e com a saúde já abalada pela tuberculose, assim que voltou para a Inglaterra, pôs se a projetar o Spitfire, ele particularmente tinha ficado impressionado com dois modelos comerciais alemães que estavam em testes o Focke Wulf Fw-200 Condor e o Dornier Do-19, ele viu claramente protótipos de bombardeiros estratégicos nestes aviões de carreira, que eventualmente iriam atacar a sua pátria. Assim doente e impressionado, sem inicialmente, uma especificação oficial do Ministério do Ar inglês ele criou um dos caças míticos de todos os tempos O Supermarine Spitifire. E o S6B? Bem o motor Rolls Royce “R” em V de 12 cilindros com turbo-compressor que gerou o recorde mundial de velocidade de 407.5 m.p.h, especialmente feito para a corrida de 1929 é que dá origem ao famoso motor Merlin da Rolls Royce, a alma do Spitfire e de mais duas lendas da aviação: O NAA P-51 e o Hawker Hurricane. Viram quanta história um modelinho pode contar? Hoje tanto o troféu Schneider, quanto o S6B e o Motor R são peças permanentes em exposição no RAF Museum em Hendon.

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